4 revistas pra relaxar e se inspirar

Quem hoje em dia ainda lê revistas? Com tanta informação de graça na internet, o hábito de ler revistas parece ter ficado pra trás. No entanto, há valor em fazer um detox digital, tirar os olhos do computador por um tempo e pegar uma revista física pra relaxar e se inspirar.

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Uma das coisas que me dava alegria quando eu ia fazer alguma consulta na clínica onde eu fazia meu tratamento é que na hora da saída eu podia passar numa cafeteria ali perto pedir um cafezinho com pao de queijo e procurar uma revistinha pra ler. Algumas das minhas descobertas seguem abaixo:

Vida simpleshttp://vidasimples.uol.com.br/

Vida Simples é uma revista mensal sobre estilo de vida, sociedades melhores e relações mais éticas. É para quem quer descomplicar o seu dia-a-dia, transformar sua casa num lugar ainda mais tranqüilo e gostoso, trabalhar com mais alegria, cuidar da aparência sem descuidar de essência.

Mente e Cérebrohttp://www.mentecerebro.com.br/

Mente e Cérebro é uma publicação mensal sobre psicologia, psicanálise e neurociência. A revista aborda com seriedade e comprometimento ético temas relacionados à saúde mental e mantém o leitor atualizado sobre descobertas neurocientíficas.

Bons Fluidoshttp://bonsfluidos.uol.com.br/

Revista sobre bem-estar, autoconhecimento e sustentabilidade.

National Geographichttp://www.nationalgeographicbrasil.com/

A National Geographic é uma revista criada pra inspirar as pessoas a cuidar do planeta.

E ai, o que você achou deste post? O que você achou destas revistas? Você alguma outra revista legal? Conta pra gente.

Aqui no Além do Cabelo a gente acha que as melhores conversas acontecem depois da publicação dos posts e nos divertimos bastante com os comentários. Então, por favor, escreva aí embaixo!

Até o próximo post!
Beijos,
Luci

Auto-conhecimento e liberação de energias pela Respiração Holotrópica

A Respiração Holotrópica é uma técnica de respiração que aumenta a quantidade de oxigênio no cérebro e permite alcançar estados alterados de consciência sem uso de substâncias químicas.

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Em culturas antigas, bem como na tradição do yoga e em tribos africanas utilizam-se técnicas de respiração que induzem a estados superiores de consciência. No âmbito de um cenário terapêutico moderno, a Respiração Holotrópica ™ tem sido utilizada com grande êxito para atingir este mesmo objetivo.

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O método utilizado na Respiração Holotrópica ™ – desenvolvido por Stanislav e Christina Grof – combina respiração mais rápida e profunda que a habitual, música evocativa, trabalho corporal e arte, permitindo que os participantes ampliem sua consciência e se conectem à sabedoria interna e à capacidade de cura própria. Para realizar uma sessão de respiração holotrópica é necessário um ambiente confortável e seguro, bem como o acompanhamento de facilitadores certificados pelo método.

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Pode-se reviver ou conectar-se com material biográfico, ter acesso às memórias do nascimento e da vida pré-natal. Além disso, é possivel vivenciar experiências transpessoais, ou seja, em que “não nos sentimos limitados pelo nosso ego, espaço ou tempo, e onde podemos conectar com os domínios míticos e arquetípicos, o inconsciente coletivo, o transcendente e o cosmos” (Fonte: Yogui.co).

Estas experiências transpessoais podem nos ajudar a desenvolver um senso de sentido e objetivo à nossa vida, ajudar a superar crises existenciais e despertar uma visão mais compassiva para conosco, pela humanidade e para com o planeta.

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Para Psicologia Transpessoal nossos traumas estão escondidos nos cantos profundos do nosso psique. Ali, eles podem apodrecer, eventualmente tornam-se doenças físicas ou emocionais mais tarde, mas muitas vezes estão mascaradas por nossos egos.

A técnica é conhecida por ajudar a aliviar a dor crônica, curas de depressão, liberação da raiva, melhorar condições médicas como a asma, enxaqueca, ou tensão pré-menstrual, a recuperação apoio do vício, receber insights intuitivos, ou simplesmente fornecer clareza em áreas problemáticas de nossas vidas, dá uma sensação de maior conexão com o físico, emocional.

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Neste final de semana tive a oportunidade de participar de um seminário de respiração holotrópica aqui na Suíça. Pude comprovar que é possível sim alcançar estados superiores de consciência por meio de respiração & música. Deitei-me em um colchão posicionado no chão, cobri-me e coloquei um tapa olhos. Após algum tempo respirando rápida e profundamente e entrar em conexão com a música, comecei a sentir uma energia forte em algumas partes do corpo, como mostra a figura abaixo: mãos, barriga, pés, bacia, olhos e cabeça.

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Encontrei no YouTube exemplos de musica utilizada em uma sessao de respiraçao holotropica:

 

Antes da sessão de respiração começar, somos orientados a prestar atenção nas tensões que aparecem no corpo e “ampliar” os movimentos. O local onde mais senti esta energia (tipo uma leve “caimbra”) foi nas mãos. Pra liberar a energia, comecei a movimentá-las e, senti que o ritmo da música me levava a fazer movimentos como mudras indianos e comecei a dançar , a me mexer de um lado pro outro, mexer a cintura também. A sensação era de ter entrado num transe com a música e estar fazendo uma apresentação de dança indiana, o que de fato já fiz e amei quando fui pra India.

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Depois cai numa viagem profunda e estava levitando no universo, curtindo a harmonia do ritmo do cosmos. Eu também tinha um “super poder” de pintar com as palmas das mãos uma “cor universo” e mandava boas energias pro mundo. A sensacão que tive foi de liberdade e conexão com o universo. Vieram-me também outras imagens em mente que espero recuperar em alguma pintura que eu faça nas próximas semanas.

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Após a respiração, fomos convidados a pintar uma mandala pra expressar um pouco da experiência vivenciada. Na minha pintura quis passar esta imagem de “flutuando” no universo junto com estrelas e energias positivas. Cada mandala ficou bem diferente da outra. Adorei esta parte criativa do workshop também. Pintei com as mãos mesmo. A ideia era fazer uma pintura bem intuitiva.

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No dia seguinte à sessão de respiração, teve uma roda de troca de experiências. Pude perceber que a “viagem ao mundo interior” de cada um foi bem diferente e pessoal.

Fiz uma pesquisa online e descobri que há workshops de respiração holotrópica aí no Brasil também. Ai vai um site pra voce consultar: Al Jardim – Psicologia Transpessoal, Respiração Holotrópica e Grof Transpersonal Training. Outro site interessante é o da Holotropic Breathwork online community.

E aí, o que você achou deste post? O que você achou desta técnica de respiração?

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Até o próximo post!
Beijos,
Luci

TEDx Talks pra derrubar preconceitos, estigma e discriminaçao

Preconceito, estigma e discriminação enfraquecem a possibilidade de pessoas que estejam passando ou já tenham passado pelo tratamento do câncer se manterem saudáveis e felizes.

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O preconceito é uma manifestação da ignorância humana. As pessoas criticavam as coisas/pessoas que não conhecem e nelas colocam defeitos, pois não são capazes de entender aquele universo novo à sua frente. 

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– Preconceito é ignorância –

O preconceito é a mola central e o reprodutor mais eficaz da discriminação e de exclusão, e, portanto, de violência.

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O estigma relacionado ao câncer refere-se às crenças, atitudes e sentimentos negativos em relação às pessoas vivendo com câncer (como também em relação seus familiares e pessoas próximas). O estigma refere-se a inabilitar um indivíduo à aceitação social plena. O estigma de morte ainda envolve a doença.

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A discriminação relacionada ao câncer refere-se ao tratamento desigual e injusto (por ação ou omissão) de um indivíduo baseado em na existência de câncer real ou percebido. Discriminações relacionadas ao câncer normalmente baseiam-se em atitudes e crenças estigmatizantes em relação a comportamentos, grupos, sexo, doenças e morte. A discriminação pode ser institucionalizada através de leis, políticas e práticas que focam negativamente em pessoas que vivem com câncer.

Os TEDx Talks abaixo falam do tratamento diferente dado a pessoas baseado em sua saúde, idade, orietação sexual, religião, cor da pele, nacionalidade ou profissão. Ao assistir os videos é possível ganhar novas perspectivas sobre como combater preconceito, estigma e discriminação.

1 – Um outro olhar sobre o câncer | Patrícia Muniz | TEDxJoaoPessoaSalo, 2016

 

Em sua talk, Patrícia vai lançar outro olhar sobre alguns estigmas da doença, e como isso a ajudou a rir e se libertar de fardos desnecessários. Sertaneja do Ceará, radicada em Recife há 20 anos e analista de sistemas. Teve contato com o câncer desde a infância, através de casos de família ou de amigos muito próximos. Descobriu seu próprio câncer de mama aos 36 anos.

2 – Velho? Velho é o seu Preconceito! | Ir. Daiene Fontenele | TEDxBlumenau, 2015

https://www.youtube.com/watch?v=AB8_pog3Lt8

Ir. Daiene fala sobre pessoas com cabelos tingidos em prata. Ela argumenta que os idosos são marginalizados devido ao local onde estão hospedados. Mais adiante, ela menciona  que eles são, de fato, livros vivos falantes. Quando foi a última vez que você parou para ouvir as histórias de pessoas idosas?

3 – É Hora de Apoiar as Diferenças | Lorelay Fox | TEDxSaoPauloSalo, 2016

Lorelay usa a reflexão crítica e a educação como ferramentas para quebrar as barreiras do preconceito. Lorelay Fox é Drag Queen há mais de 10 anos e se destaca no YouTube, em seu “Canal Para Tudo”. Danilo Dabague, o criador da Lorelay Fox, é publicitário e professor de design e photoshop além de empreender o canal no Youtube.

4 – Como usar a ciência para estudar o preconceito | Airi Sacco | TEDxUFRGS, 2015

O preconceito racial é uma realidade. Ele influencia decisões, determina preferências e molda vidas. Para Airi, o preconceito racial pode ser, além de um fato, um objeto da ciência. Nessa apresentação, a pesquisadora compartilha suas descobertas mais recentes e nos conta a história emocionante que motivou a escolha desse campo.

5 – Imigração e preconceito | Eduardo Zanatta | TEDxUDESCJoinville, 2016

Para mudar o mundo não é necessário viajar pelo globo todo, a mudança pode começar pelo seu bairro. É com esta mensagem que Eduardo Zanatta fala do trabalho que realiza com imigrantes haitianos no litoral de Santa Catarina. Zanatta conta histórias de preconceito sofrido pelos imigrantes no Brasil e faz um paralelo com o preconceito que brasileiros sofrem em outros países.

6 – How We Can Reduce Prejudice with a Conversation | David Fleischer | TEDxMidAtlantic, 2016  Somente em INGLES

https://www.youtube.com/watch?v=xN6O5LTaGyg

Depois de uma votação que proibiu o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia, David Fleischer e sua equipe no Centro LGBT de Los Angeles começaram a descobrir por que, e tentam reduzir o preconceito indo de porta em porta. Poderiam mudar a mente das pessoas com uma conversa? A resposta surpreendeu a todos.

7 – Fighting stigma and prejudice | Judi Challiner | TEDxPrague, 2014 – Somente em INGLES

O pai de Judi era um judeu tcheco que sobreviveu ao Holocausto, e a mãe de Judi era inglesa. Os primeiros quarenta anos da carreira de professora de Judi foram marcados pelo trabalho em escolas em partes socialmente desfavorecidas de Manchester, Reino Unido. Nas últimas décadas seu trabalho foi em Praga, em escolas internacionais e públicas. Judi é uma entusiasta da educação inclusiva e experiencial para todos – muitas vezes de fato se viu frente ao medo, ignorância e preconceito, que são um terreno fértil para o estigma. 
 

8 – Combating Prejudice with Art | Abdul Abdullah | TEDxYouth@Sydney, 2015 – Somente em INGLES

https://www.youtube.com/watch?v=7ZmZSEjPonA

Como filho de um australiano de sexta geração e um muçulmano da Malásia, Abdul Abdullah oferece uma perspectiva única sobre as idéias sobre a cultura australiana contemporânea e o que significa ser um jovem muçulmano australiano hoje. Aqui Abdul mostra e explica sua incrível arte fotográfica. Ele é um artista de Perth cuja prática explora a identidade e a experiência de membros marginalizados da comunidade australiana. Suas obras são impulsionadas pelo simbolismo e pela experiência pessoal.

9Modern Discrimination: Subtle but Significant: Mikki Hebl at TEDxRiceU, 2013 – Somente em INGLES

Muitas manifestações de discriminação são impedidas por lei atualmente. No entanto, formas sutis de discriminação são difundidas e implementadas nas interações interpessoais cotidianas. Essas micro-transgressões, incivilidades e outros preconceitos interpessoais negativos são sutis, mas muito profundos tanto em sua manifestação como em suas implicações. Mikki Hebl, professora de psicologia e gestão na Universidade Rice, estuda este tipos de discriminação, bem como estratégias para reduzi-la.

10 – Destroying the Stigma Around Mental Disorders | Ariel Rubin | TEDxClarkUniversity, 2015 – Somente em INGLES

Alguém em sua vida pode estar sofrendo de uma doença mental e você pode nem sequer sabê-lo. Por quê? Eles podem estar escondendo a doença porque estão aterrorizados com o estigma desses distúrbios. Se você realmente quer ser um verdadeiro amigo, ouvir esta palestra pode ajudá-lo a aprender a destruir esse estigma e defender seu amigo.

11 – Rompiendo las barreras del estigma: Montse Neira en TEDxArroyodelaEncomienda, 2015 – Somente em ESPANHOL

https://www.youtube.com/watch?v=qbkyy06LRk0

 

Desde 1989 Montse Neira se envolveu em prostituição. Participa de debates sobre a prostituição e oficinas abertas de assuntos diferentes, pertencentes a disciplinas como a antropologia, serviço social e sociologia. A mensagem de Montse Neira é sobre auto-aperfeiçoamento, romper barreiras e limites em um contexto social aparentemente intransponível.

E aí, o que você achou deste post? Gostou destes TEDx Talks também?

Aqui no Além do Cabelo a gente acha que as melhores conversas acontecem depois da publicação dos posts e nos divertimos bastante com os comentários. Então, por favor, escreva aí embaixo!

Até o próximo post!
Beijos,
Luci

TEDx Talks pra derrubar preconceitos, estigma e discriminação

Preconceito, estigma e discriminação enfraquecem a possibilidade de pessoas que estejam passando ou ja tenham passado pelo tratamento do câncer se manterem saudáveis e felizes.

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Preconceito —> é uma avaliação afetiva que possuímos sobre um grupo. O preconceito tem a ver, de um modo geral, o quanto você gosta ou não dos membros um grupo.

O estigma relacionado ao câncer refere-se às crenças, atitudes e sentimentos negativos em relação às pessoas vivendo com câncer (como também em relação seus familiares e pessoas próximas). O estigma de morte ainda envolve a doença.

A discriminação relacionada ao câncer refere-se ao tratamento desigual e injusto (por ação ou omissão) de um indivíduo baseado em na existência de câncer real ou percebido. Discriminações relacionadas ao câncer normalmente baseiam-se em atitudes e crenças estigmatizantes em relação a comportamentos, grupos, sexo, doenças e morte. A discriminação pode ser institucionalizada através de leis, políticas e práticas que focam negativamente em pessoas que vivem com câncer.

Os TEDx Talks abaixo tratam de preconceito, estigma a discriminaçao em diferentes situaçoes. Ao assisti-los é possivel ganhar novas perspectivas sobre os temas:

1 – Velho? Velho é o seu Preconceito! | Ir. Daiene Fontenele | TEDxBlumenau, 2015

https://www.youtube.com/watch?v=AB8_pog3Lt8

Ir. Daiene fala sobre pessoas com cabelos tingidos em prata. Ela argumenta que os idosos são marginalizados devido ao local onde estão hospedados. Mais adiante, ela menciona  que eles são, de fato, livros vivos falantes. Quando foi a última vez que você parou para ouvir as histórias de pessoas idosas?

2 – É Hora de Apoiar as Diferenças | Lorelay Fox | TEDxSaoPauloSalo, 2016

Lorelay usa a reflexão crítica e a educação como ferramentas para quebrar as barreiras do preconceito. Lorelay Fox é Drag Queen há mais de 10 anos e se destaca no YouTube, em seu “Canal Para Tudo”. Danilo Dabague, o criador da Lorelay Fox, é publicitário e professor de design e photoshop além de empreender o canal no Youtube.

3 – Como usar a ciência para estudar o preconceito | Airi Sacco | TEDxUFRGS

O preconceito racial é uma realidade. Ele influencia decisões, determina preferências e molda vidas. Para Airi, o preconceito racial pode ser, além de um fato, um objeto da ciência. Nessa talk, a pesquisadora compartilha suas descobertas mais recentes e nos conta a história emocionante que motivou a escolha desse campo.

4 – Imigração e preconceito | Eduardo Zanatta | TEDxUDESCJoinville, 2016

Para mudar o mundo não é necessário viajar pelo globo todo, a mudança pode começar pelo seu bairro. É com esta mensagem que Eduardo Zanatta fala do trabalho que realiza com imigrantes haitianos no litoral de Santa Catarina. Zanatta conta histórias de preconceito sofrido pelos imigrantes no Brasil e faz um paralelo com o preconceito que brasileiros sofrem em outros países.

5 – How We Can Reduce Prejudice with a Conversation | David Fleischer | TEDxMidAtlantic, 2016

https://www.youtube.com/watch?v=xN6O5LTaGyg

Depois de uma votação que proibiu o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia, David Fleischer e sua equipe no Centro LGBT de Los Angeles começaram a descobrir por que, e tentam reduzir o preconceito indo de porta em porta. Poderiam mudar a mente das pessoas com uma conversa? A resposta surpreendeu a todos.
Dave Fleischer dirige o Laboratório de Liderança no Centro LGBT de Los Angeles. O LAB ajuda os líderes LGBT e heterossexuais a melhorar sua capacidade de reduzir o preconceito e mudar os corações e mentes dos eleitores. Depois de uma avaliação independente da eficácia do LAB foi publicada na edição de 8 de abril de 2016 da revista científica Science, a cobertura da mídia para o trabalho do LAB incluiu essa história do New York Times Magazine. Em setembro de 2016, a seção de pesquisa experimental da Associação Americana de Ciência Política deu a Dave seu prêmio de serviço público pelo seu corpo de trabalho.

6 – Fighting stigma and prejudice | Judi Challiner | TEDxPrague, 2014

7 – Combating Prejudice with Art | Abdul Abdullah | TEDxYouth@Sydney, 2015 

https://www.youtube.com/watch?v=7ZmZSEjPonA

Como filho de um australiano de sexta geração e um muçulmano da Malásia, Abdul Abdullah oferece uma perspectiva única sobre as idéias sobre a cultura australiana contemporânea eo que significa ser um jovem muçulmano australiano hoje. Aqui Abdul mostra e explica sua incrível arte fotográfica.

Ele disse: “Na minha conversa falei sobre experiências pessoais crescendo como um muçulmano na Austrália, e como eu sinto que minha identidade foi politizada. Falei sobre como os eventos do 11 de setembro ea Guerra do Terror afetaram minha família e minha família. Compreensão e relacionamento com o mundo.Essas experiências influenciaram a forma como eu faço arte e como eu uso a minha prática como um veículo para efetuar mudanças positivas.Centralmente eu sinto um movimento para o jingoismo deu origem a eventos como os motins Cronulla, o movimento Reclaim Austrália e Um sentimento geral anti-islão. Essas atitudes e ações divisivas agem como obstáculos a qualquer sentimento real de pertença ou de comunhão, deixando segmentos da comunidade marginalizados e desafectados “.

Abdul Abdullah é um artista de Perth cuja prática explora a identidade ea experiência de membros marginalizados da comunidade australiana. Suas obras são impulsionadas pelo simbolismo e pela experiência pessoal.

Ele foi o destinatário de várias concessões e prêmios, incluindo o Prêmio Blake para a Justiça Humana em 2011 e, mais recentemente, ele foi nomeado finalista no Prêmio Archibald por seu retrato do artista e ativista Richard Bell.

8 – Modern Discrimination: Subtle but Significant: Mikki Hebl at TEDxRiceU

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E aí, o que você achou deste post? Gostou destes TEDx Talks também?

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Até o próximo post!
Beijos,

Luci

Aprendendo bordado empoderado

Se você acha que bordar é aquela coisa antiga e chata de vovózinha, tá na hora de você rever seus conceitos.

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O “bordado empoderado” é uma aula criada pela Bruna Antunes, onde as alunas aprendem técnicas de bordado livre para produzir bordados com frases e símbolos de empoderamento.

Dá uma olhada no Facebook e no Instagram do curso pra ver alguns dos quadrinhos criados pela profe e por participantes das aulas. Olha também o Instagram da Nectarina Bordados, que é um coletivo de bordado do qual a profe faz parte.

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No início da aula, a profe entregou o kit de materiais pra gente, o qual incluía: 1 bastidor pequeno, 1 pedaço de algodão cru, 1 linha anchor e agulha. Aí, a profe começou falando o básico: ensinando nomes de tecidos, agulhas e como cortar linhas antes de chegar nos pontos.

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A profe colocou varios livrinhos a disposição pra gente se inspirar e decidir qual desenho queríamos no nosso quadrinho. Dos livros que lembro, tinha o “Jardim Secreto” (aquele livrinho de colorir pra adultos), um caderninho com frases de empoderamento feminino (tipo, “meu corpo, minhas regras”, “respeita as mina”, “juntas somos mais fortes”, etc) e um livro que era cheio de desenhos de gatinhos. Quando folheei as paginas e descobri estes gatinhos mascarados, pirei! 🙂 Achei uma fofura tão grande, e meu desenho já estava escolhido.

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Risquei à lapis a gata e a rata e já comecei a bordar:

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Ao final da aula, este foi meu resultado:

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Acabei concluindo meu quadrinho bordando vários pontos franceses como padrão de fundo. O meu quadrinho foi chamado de “gata bandida” por um amigo, mas, na verdade, quando eu criei a imagem eu estava pensando em “a super gata e sua assistante rata”, tipo “a batman e a robin”, versão gata e rata 🙂

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Você pode se perguntar o que tem empoderado em uma gata mascarada e uma rata. Na verdade, acho que a aula “bordado empoderado” quer despertar na gente é essa valorização do nosso lado criativo. Criar é empoderar-se! Não importa se é uma imagem fofa que aquece seu coração, ou uma frase empoderadora como esta que a Flavi bordou na aula:

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Empolgada com o bordado, após o curso a Flavi começou a criar este outro quadrinho:

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E aí, o que você achou deste post? Animado pra começar a bordar também?

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Até o próximo post!
Beijos,
Luci

Como aprender a gostar de fazer jogging

Muita gente que você vê por aí “tranquilo” fazendo jogging em parques ou na academia, em um momento ou outro, odiou correr.

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– Eu odeio isto. Eu odeio isto. Eu odeio isto. Eu odeio isto! –

Mas o que faz uma pessoa que odeia jogging um dia tornar-se um ávido corredor?

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– Quem me dera correr  assim! –

Hoje quero dividir com vocês como eu consegui voltar a fazer jogging depois de mais de 5 anos sem pisar numa esteira. No início de dezembro corri 5km na Suíça. Foi uma corrida de final de ano à fantasia.

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Quando eu estava na graduação aqui no Brasil (faz tempo!), eu ia regularmente à academia e participei de algumas corridinhas de rua de 5km e 10km. Logo que mudei pra Suíça, eu fazia jogging todos os dias de tão em forma que eu era… e também – confesso! – pra poder comer muitos chocolates. Devido a mudanças a trabalho, estudo e alguns tratamentos, parei de fazer jogging. Fazia tempo que eu dizia que queria retomar, mas não conseguia.

Neste final de ano, quando uma amiga me contou da corrida à fantasia, eu decidi que tava na hora de voltar à esteira e ao jogging de rua em grande estilo fantasiada de dragão. Foi tão emocionante!

Se você também quer aprender – ou assim como eu, reaprender – a gostar de fazer jogging, aí vão minhas dicas:

1 – Decida-se a voltar a correr e trace objetivos

  • Converse com seu instrutor na academia ou baixe um plano de treinamento pra correr 5km em um mês. Eu baixei um treinamento na internet que era assim:  Eram 30 minutos de corrida e caminhada, 3 dias por semana durante 4 semanas. O objetivo era conseguir correr 5km ao final de um mês. Deu certo!
  • Procure uma rota de corrida interessante na sua cidade e inscreva-se pra participar.

2 – Matricule-se numa academia

Correr na rua pode ser muito bacana, mas so consegui me disciplinar pra treinar para os 5km quando paguei a academia. Foi bem caro. Um comprometimento comigo mesma. Mas ai, se você entrar num bom ritmo, comece a treinar em lugares diferentes – no parque, na esteira, no seu bairro.

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3 – Carregue seu ipod com musicas ou podcasts

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Escolha musicas bem animadas. Eu adoro podcasts pra me manter informada sobre temas que me interessam no momento. Nos ultimos meses escutei o Guncast – podcast do Murilo Gun sobre criatividade. Da uma olhada neste link aqui com outras dicas de podcasts brasileiros.

4 – Use técnicas de treinamento mental pra superar a sua mente quando der aquela preguiça de ir na academia

Auto-motivaçao é chave pra você continuar treinamento e incorporar – com gosto – este novo habito.

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Algumas técnicas que usei seguem abaixo:

  • Auto-motive-se definindo bem o resultado desejado (correr na esteira 30 minutos 3x por semana); detalhe os desafios que sua mente esta lhe impondo (cansaço, preocupação com o jantar que ainda não está pronto, dores no corpo, etc.), dividindo-os em uma série de ações que lhe permitam quebrar essas barreiras mentais.
  • Ensaie a corrida na sua cabeça para se obrigar a voltar à forma certa de agir e pensar. Concentre-se nas sensações boas que vêm à tona no final de cada sessão de corrida.
  • Recompense a si mesmo. É uma boa ideia se mimar um pouco após uma corrida, de forma que você terá mais uma coisa desejável no fim do exercício além da própria satisfação dele. Um exemplo é um café em uma lanchonete f
  • avorita ou um programa especial que goste de assistir. Mantenha a recompensa simples e proveitosa.

5 – Tenha paciência

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– palavra pro dia: paciência –

Algumas outras coisas que fui descobrindo ao longo do meu mês de treinamento pra correr os 5km:

  • É preciso ter paciência com você mesmo
  • Se você tem um objetivo, fica mais fácil continuar treinando. Eu adoro desafios!
  • Depois de alguns minutos de corrida, você sente como dá uma paz fazer somente isso. E é um tempo gasto só com você.
  • Você não precisa correr rápido
  • Não adianta ter altas expectativas que você vai “matar a pau” no primeiro dia do seu treinamento
  • Não tenha como objetivo correr e ter uma conversa ao mesmo tempo logo no início
  • Tente encontrar pontos que você ache “divertido” sobre fazer jogging. Eu adoro a hora da corrida, pois vou escutar mais um episódio de um dos podcasts que eu gosto e aprender algo novo.
  • Use algum app de corrida pra te animar, tipo Nike+ Running, RunKeeper ou Runtastic

E aí, o que você achou deste post? Animado pra começar a praticar jogging?

Aqui no Além do Cabelo a gente acha que as melhores conversas acontecem depois da publicação dos posts e nos divertimos bastante com os comentários. Então, por favor, escreva aí embaixo!

Até o próximo post!
Beijos,
Luci

10 objetivos pra 2017 que nao tem nada a ver com emagrecer

Uma das resoluçoes mais comuns de ano novo é perder peso. Faça diferente em 2017 e trace outros objetivos que podem te fazer mais feliz.

1 – Comece com pequenas mudanças, se quiser criar novos habitos

 

2 – Leia mais

3 – Dedique tempo pras pessoas que você ama

4 – Economize de forma realista

5 – Doe tempo – e dinheiro – para uma causa

6 – Organize seu espaço regurlamente

7 – Cozinhe mais

8 – Expresse-se de modo criativo diariamente

9 – Priorize experiências em vez de coisas

10 – Cultive a sua saude mental

Se você nao leu ainda, clica aqui la pra ler meu post da semana passada.

 

E aí, o que você achou deste post? Qual destes itens você vai fazer este ano?

Aqui no Além do Cabelo a gente acha que as melhores conversas acontecem depois da publicação dos posts e nos divertimos bastante com os comentários. Então, por favor, escreva aí embaixo!

Até o próximo post!
Beijos,
Luci